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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Quem foi ROSA ANDREATA



Quem foi ROSA ANDREATA

Aqui nas terras em Almirante Tamandaré , os italianos chegaram em meados de  1870, estabelecendo-se, como agricultores. Dando assim origem a muitos bairros  sendo um deles a Colônia Gabriela. Com o passar do tempo, os italianos adotaram outras atividades, incluindo industriais e comerciais. Hoje, seus descendentes contribuem de forma importante, em todas as áreas de atividade em Almirante Tamandaré e outras localidades.


Junto com esses imigrantes chegou por essas terras a filha do Senhor Gregório Andreata, Rosa Andreata.

Aqui desde pequena ajudou sua família no cultivo do milho, feijão e hortaliças uma vida de muito trabalho. Essa menina cresceu nessa comunidade de imigrantes italianos e conheceu um rapaz chamado Antonio Gasparim também filho dos imigrantes italianos Sebastião Gasparim e Angelina Cunico, com quem mais tarde contraiu matrimônio na Colônia Gabriela  e ali juntos neste local criaram 06 filhos  Ângela, Tereza, Carmela, Julieta, Luiz e Domingos. Alguns destes filhos ainda vivem e moram na Colônia Gabriela, terras essas herdas de seus bisavós, avos e pais e que aqui honram suas tradiçoes.

Dona Rosa Andreata além de labutar na lavoura e cuidar de seus 06 filhos, também trabalhava na igreja São Francisco Chavier ministrando aulas de catequese e auxiliando toda a comunidade.  sua história esta presente até hoje no rosto de cada um que aqui vive e mora.

Nossa justa homenagem para quem aqui fez história.

As cidades, as vilas, os lugarejos, tudo nasce do sonho e da necessidade dos homens. Tudo carrega a “marca” daqueles que fizeram surgir o lugar. E tudo nasce marcado pela necessidade da ordem, da lógica, que permita a sua fácil identificação. Daí o uso de números, de letras, de nomes, de “códigos” inventados pelo homem, para que essa ordem se mantenha e seja entendida por todos e para sempre.

A definição de um espaço urbano exige que, desde o começo, atribua-se alguma forma de classificação, que torne claro o seu desenrolar espacial. São assim as chamadas “rua projetada Depois, quando chegam os moradores definitivos, essas quadras, lotes, ruas, recebem uma outra identificação, no nome que virá a ser a sua marca imorredoura.

No passado, costumava-se atribuir nomes poéticos às ruas, aos bairros... Nomes que celebrassem a paz e a harmonia do universo. Ou que lembrassem acontecimentos marcantes.

Manoel Bandeira, lembra, no seu poema” Recife “:” como eram belos os nomes das ruas da minha infância!”... E comenta, a seguir:” tenho medo que hoje se chame rua Fulano de Tal!”“.





Ruas sem nome são um problema para os munícipes

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